Considerações

Somos espíritos passando por uma experiência humana. Como e o quê vamos fazer, partindo dessa premissa, depende única e exclusivamente de cada um. Convido todos a participarem dessa jornada com responsabilidade nos deveres a cumprir individual e socialmente. Espero poder auxiliar fazendo minha parte. Peço paciência e desprendimento para que possa fazer um bom trabalho.


domingo, dezembro 19, 2010

Natal Uma Festa Pagã

Geralmente nesta época do ano todos ficam tocados à fazer caridades para crianças carentes, famílias escolhidas, asilos abandonados, etc.

É muito comum ter nos locais de trabalho as chamadas “árvores da solidariedade” ou distribuição de nomes escolhidos de crianças de alguma entidade ou igreja para a qual se deve destinar o presente, e o cidadão achando-se “o máximo” por colaborar, pensa que é um cumpridor das obrigações sociais e religiosas, pois fez uma caridade!!!

Mas, será que é essa a caridade mais humanista? E o resto do ano o que têm?
Natal Feliz? Mas, vem janeiro, fevereiro, março..., como fica?

É preciso um trabalho social sério com recursos dos órgãos públicos, juntamente com uma orientação espiritual correta. De nada adianta doar sem um acompanhamento e fiscalização do investimento. É importante entender o porquê de se estar na condição de pobreza.

As pessoas não devem financiar a pobreza com doações e sim criar meios para se sair dela, pelo esforço do trabalho, dignidade..., preocupar-se em ser útil para alguém ou para a sociedade em geral.
A caridade não é o que muitos entendem e não tem significado nenhum quando está condicionada a um “alívio” de consciência.

E ainda nos dias de hoje vejamos: enganam-se quem pensa que a data e a troca de presentes no dia do Natal estejam relacionadas com o nascimento de Jesus Cristo. A origem do Natal está ligada as festas do império romano. Em 22 ou 23 de dezembro, já bem antes da era cristã, era celebrado o festival “Natalis Solis Invicti”, algo como “Nascimento do Sol Invencível”. Ainda em Roma, durante estas festas era comum a troca de presentes. No ano novo inclusive era costume presentear os pobres e as crianças e decorar as casas.

Dessa forma a comemoração do dia 25 de dezembro (celebrada em honra ao deus-Sol), passava a ser a festa do nascimento (Natal) de Jesus Cristo: o verdadeiro Sol da Justiça. Acredita-se que foi o Imperador Constantino I, o Grande (274-337; reinou de 306 a 337), já no final do seu reinado (ano 336), foi quem determinou que o nascimento de Jesus deveria ser celebrado no dia 25 de dezembro em todo o Império Romano.

O que se comemorava antes do calendário gregoriano dessa data era o aniversário de um deus pagão, um guerreiro persa chamado Mitra, muito conhecido dos romanos e também essa data era um dia de festa dos romanos porque era o dia de Apolo. O dia já era estabelecido como festividade e o aproveitaram.

Antes do século IV não se comemorava o Natal, pois não se sabia (como ainda não se sabe) a data precisa do nascimento de Jesus Cristo. Depois, convencionaram-se datas para isso, como 6 de janeiro, 25 de março ou 20 de maio.
Além disso, famoso por sua generosidade o bispo San Nicola, que viveu no século IV na cidade de Maira, atual sudeste asiático, foi escolhido como patrono da data, a ele foi adicionada a lenda escandinava do feiticeiro que punia as crianças levadas e dava presentes aos bem comportados. Nisso tudo resultou a figura de Papai Noel.

Conclui-se então que o Natal é só uma festa que instituída, é aproveitada comercialmente.

Mas uma coisa se sabe e cabe mencionar, estamos vivendo em uma Nova Era, e é dever de quem conhece divulgar as verdades, para dar chance às pessoas de evoluirem sem condicionamentos.

sábado, novembro 27, 2010

Quem ainda segue o que diz Bento 16?

Com todo respeito aos fiéis seguidores da Igreja Católica Apostólica Romana, entre os quais me incluo, mas não dá para ficar calado diante das últimas manifestações do papa Bento 16 sobre o que podemos ou não fazer nas nossas vidas. No meio do bestialógico publicado ou levado ao ar neste final de semana sobre as declarações dadas num livro-entrevista, como se alguém ainda estivesse interessado em ouvir o que pensa e diz este papa, salva-se a carta do leitor Renato Khair, publicada na Folha desta segunda-feira:

“Se o papa Bento 16 e a Igreja Católica são a favor ou contra o uso da camisinha (ou do aborto ou da união entre pessoas do mesmo sexo) é absolutamente irrelevante e não deveria fazer a menor diferença”.

É o mesmo que penso a respeito deste assunto, como se a palavra do papa continuasse sendo lei a ser obedecida cegamente por todos os católicos. Seus novos “mandamentos” sobre o uso da camisinha são de tal forma fora de tempo e de lugar, de propósito e de sentido, que o sumo pontífice mereceria uma advertência dos editorialistas do Estadão, como já aconteceu em outros tempos, quando a Igreja Católica defendia os perseguidos pelo regime militar.

Qual o efeito prático de tanto barulho em torno da manifestação papal sobre o uso de camisinhas? Vai mudar alguma coisa? Já posso imaginar os sindicatos de prostitutas em todo o mundo convocando assembléias extraordinárias. Gigolôs em polvorosa. Farmácias e camelôs providenciando reforço nos estoques de preservativos e indústrias comprando novos equipamentos para aumentar a produção.

Depois da sua extemporânea e infeliz intromissão na recente eleição presidencial brasileira, em que ressuscitou a questão do aborto, já estaria na hora de alguém mais próximo ao papa recomendar-lhe um bom repouso, antes de voltar a se manifestar sobre o uso de preservativos por prostitutas, o que obrigou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, a sair dos seus cuidados e vir a público no final de semana para “explicar” o que Bento 16 queria mesmo dizer.

“No raciocínio do papa, está claro que não se trata de uma mudança revolucionária”, mas de uma “visão compreensiva”, para levar uma humanidade “culturalmente muito pobre rumo a um exercício mais humano da sexualidade”, disse Lombardi, em nota distribuída pelo Vaticano. Ah, bom…

Sempre me pergunto o que padres, bispos e papas entendem deste assunto, já que estão condenados ao celibato eterno, a ponto de dar lições de moral a nós pecadores, ainda mais depois das reiteradas denúncias da prática de pedofilia envolvendo religiosos que agora vêm a público. Não seria mais razoável cuidar primeiro do seu próprio quintal?

No livro-entrevista publicado pelo jornalista alemão Peter Seewald, o papa disse que não ficou “totalmente surpreso” com os escândalos dos padres pedófilos, mas que a repercussão do caso provocou-lhe “um choque enorme”.

Menos mal que Bento 16, nesta mesma entrevista, tenha questionado a infabilidade papal _ “já que um pontífice também erra” _ como ele mesmo tem feito questão de provar desde que assumiu o trono de Pedro.

“Obviamente, o papa pode se equivocar. Ser papa não significa se considerar um soberano cheio de glória, mas alguém que dá testemunho do Cristo crucificado”, afirmou ainda o papa alemão. Aos 83 anos, ele admite que “as forças vão diminuindo”, o que sugere aplicar a ele o mesmo ”silêncio obsequioso” que recomendou ao frade franciscano Leonardo Boff, meu bom e velho amigo, antes de expulsá-lo da igreja.

Diante da contínua perda de fiéis para outras denominações religiosas, seria de bom senso recomendar ao chefe da Igreja Católica, que disse não pensar em renúncia, para ocupar seu tempo mais com o seu público interno para saber o que acontece nas sacristias e menos em dar lições de moral ao rebanho.

Como bem diz o leitor Renato Khair:

“É realmente espantoso que, em pleno século 21, milhões de pessoas ainda abram mão da sua liberdade de escolha, de sua racionalidade, de suas convicções íntimas e aceitem que alguma suposta autoridade (papa, igreja, presidente, general) lhes diga o que é certo ou errado e como devem viver as suas próprias vidas”.
(Colunista Ricardo Kotscho)

quinta-feira, novembro 11, 2010

Sabedoria

Olhe o mundo ao seu redor, veja o trabalho que foi feito, escute o que o Universo procura te ensinar, e use tudo isso como uma herança. Porque a verdade está diante dos seus olhos, da sua vida e qualquer coisa – uma pessoa, um rio, uma planta – podem lhe mostrar a grandeza da Criação. Veja como a natureza flui livremente através de tudo, e procure ser como ela. A cada manhã, agradeça a oportunidade de poder ter mais um dia de aprendizado e se vista com a sabedoria do aceitar o que lhe está reservado, procure sentir o calor do amor que emana das coisas que fazem parte de sua vida.

Não viva alheio ao mundo, ele é parte de você, de tudo e do Todo!
Nascemos aqui com um propósito. Não negligencie isso, jogando no lixo a oportunidade de evolução que recebemos do Criador.

A todo o momento pulsamos vida, temos então que cooperarmos alimentando a vida, para que nada falte no equilíbrio, para todos poderem usufruir. Isso é co-participação, reciprocidade, e o que fazemos atinge a todos, bem como as nossas negligências...

Desfrute do dia-a-dia fazendo boas obras: no social, no comunitário, no humanitário. Lembre-se sempre: somos seres espirituais passando por uma experiência humana, e as riquezas dos nossos feitos é que farão a diferença nas próximas existências!

sábado, outubro 30, 2010

Estou Fazendo Minha Parte

- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.

Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.

- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.

Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.

Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.

Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

- O Brasil é um pais democrático.Mentira.

Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

Democracia isso? Pense !

O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto.... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?
Grande coisa...

O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro!?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...

O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:

O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado aqui, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
(Arnaldo Jabor)

sábado, outubro 09, 2010

Observando as Pessoas III

Ao sentar em qualquer casa de lanches ou restaurante, ou mesmo estando parado em filas de espera, observe as pessoas, até em mesas ocupadas ao seu redor. Ouça o que falam. Escute o que as pessoas se têm a dizer. Freqüente grupo de pessoas, famílias, observe o ambiente mais próximo nas horas de lazer, quando do trabalho as pessoas não mais estiverem ocupadas.
Com espanto verificará o vazio de tudo sobre o que as pessoas conversam, quando não podem falar a respeito de suas ocupações em geral. Sentirá intuitivamente até a aversão, o vazio dos pensamentos, a estreiteza opressora do círculo de interesses, como também a assustadora superficialidade, tão logo você se ocupe disso de modo sério e com aguda observação.
Certa vez, o Mestre Luigi em uma de suas conversas de puro ensinamento, nos contou sobre uma observação que fez tomando um café em lanchonete. Disse que notou uma pessoa, durante um longo tempo, que lia um livro na maior atenção, compenetrada na leitura, e o livro tinha como título: “O Osso”. Lembro-me dele dissertando sobre o que levaria alguém a se envolver na leitura, por muito tempo, de um livro com um título desses. Quanta superficialidade, não? O que aquele livro traria de contribuição para a vida daquela pessoa?
Na verdade, nas poucas exceções que então encontrará, cujas palavras em horas de lazer da vida cotidiana são decorrentes de anseio pelo aperfeiçoamento da alma, parecerá até estranho, solitário mesmo, como em meio à turbulência de um parque de diversões.
Exatamente nessas, assim chamadas horas de lazer, é que conseguirá reconhecer com maior facilidade o íntimo verdadeiro do ser humano, depois que o apoio externo e o campo específico de seus conhecimentos cessam, com o afastamento de suas atividades profissionais costumeiras. O que então restar é o autêntico indivíduo. Olhe para ele, escute suas palavras com neutralidade. Em breve terá que interromper as observações, por tornarem-se insuportáveis.
Profunda tristeza nos toma conta quando reconhecemos quantos seres humanos atravessam unilateralmente a existência terrena, vendo sempre apenas o plano mundano diante de si. Preocupam-se com a comida, com a bebida, tratam de acumular quantidade maior ou menor de valores terrenos, esforçam-se por obter prazeres corporais e consideram quaisquer reflexões sobre coisas que não podem “ver”, como desperdício de tempo que, na opinião deles, poderia ser empregado muito melhor em “lazer”.
Não podem compreender nem jamais compreenderão que a existência terrena, com todos os seus prazeres e alegrias, só têm real conteúdo quando se fica de certo modo familiarizado com o mundo espiritual, conhecendo os efeitos recíprocos que a ele nos ligam, não tendo mais assim a sensação de estar entregue a acasos. Repelem isso para longe de si, na falsa concepção de que se existe um mundo espiritual, dele só lhes poderia advir incômodos ou também pavores, logo que com ele se ocupassem.
Tolos são os que passam por tudo isso! Covardes, aos quais as maravilhosas alegrias de um progredir corajoso permanecerão sempre a mercê do ambiente metafísico, que os levarão ao desencarnarem, às mais longínquas distâncias, em planetas primitivos na escala primordial das existências na Criação.

sábado, setembro 25, 2010

Acordem!

À medida que as estruturas e sistemas humanos começam a falhar e a vida no Planeta se torna cada vez mais difícil de ser vivida, faz-se necessário refletir sobre o que o futuro nos reserva. Nosso objetivo deve ser pesquisar as transformações sem precedentes que já estão ocorrendo no Planeta e correlacionar estas profundas mudanças com a consciência humana.

Desta forma todos que se interessam pelo futuro irão se preparar fisicamente, psicologicamente e até espiritualmente para mudanças radicais no modo de vida humano. Não devemos acreditar em eventos que ocorrerão numa única data, mas num processo que já vem ocorrendo há décadas e que está chegando num clímax.

Observem as transformações que já estão ocorrendo no mundo em nível físico, social, psicológico e ambiental, e como isso esta trazendo mudanças na vida de todos nós.

sábado, setembro 04, 2010

Observando as Pessoas II

As pessoas andam nas ruas como autômatos, parecem robôs, e pouco ou quase nada interagem com o ambiente em que vive.
Sua essência modificou-se, está à parte deste mundo, vivendo em outra realidade, a metafísica; atingidas a todo instante por estímulos que se apresentam tão fracos ou que duram tão pouco que a pessoa não se apercebe deles. O nível da consciência varia de pessoa para pessoa e de momento para momento, até na mesma pessoa. Mensagens que “atuam” influenciando também através do inconsciente.
Não conseguem vislumbrar mais a mão do Criador no seu dia a dia.
Assistem aos filmes que lhes mostram uma realidade alternativa e se identificam, ficam maravilhados com a ficção, mas não analisam que vivem isso verdadeiramente; aliás, pensem nesta palavra “verdade da mente”. As pessoas estão vivenciando suas ilusões e quando não, agem de acordo com seus interesses mundanos, terrenos.
Por isso não acreditam no Criador como uma energia que faz parte de tudo e de onde tudo vem e para onde deveria retornar. Preferem viver nas ilusões criadas por aqueles que esconderam da humanidade o Deus da vida, com um véu que hoje não se consegue retirar.
Bem disse Jesus quando falou: “Os espíritos da Terra encontram-se afastados de Deus por causa da inferioridade de suas naturezas, que os submetem a leis de impiedade e ainda a bárbaros costumes...
Pobres espíritos terrestres!
Lutai contra todos os vícios que denigre o espírito, contra a ambição dos bens perecíveis, a fomentação das culpáveis ficções, das más doutrinas, dos delírios das imaginações, dos falsos estudos filosóficos, e das tristes soluções nas desprezíveis negações da existência de Deus.”

sábado, agosto 07, 2010

As Faces da Violência

A violência é um mal que afeta toda a população, independente de nível social, de idade ou sexo. Expressa-se de variadas formas e também são muitas as suas consequências. Devido à sua constância, jornais, revistas, rádio, televisão, enfim, toda a mídia, dedica-lhe grande espaço.
"Marido mata mulher por não aceitar separação"; "Assalto à mão armada mata duas pessoas e deixa três feridas"; "Uso de drogas é um dos principais fatores da violência familiar"; "Chacina: Adolescente entra na escola com pistola, mata seu professor e deixa dez colegas feridos". Manchetes como essas já fazem parte de nosso cotidiano, seja ao ouvirmos o programa de rádio pela manhã, ao ligarmos a TV ou ao acessarmos a internet. Cada vez mais presentes em nossa realidade, atos de violência e de agressividade têm sido temas de destaque nos meios de comunicação de massa.
A mídia, quando introduz em sua pauta temas que abordam a violência, age sobre a sociedade em duas etapas: a primeira é o agendamento da violência como assunto de discussão imediata (agenda-setting), a segunda seria a construção de um universo simbólico que a longo prazo condiciona a óptica que o receptor irá ter da realidade (aculturação).
"Um agressor em potencial"
1. O agendamento da violência como assunto de discussão imediata (agenda-setting ). A mídia torna os temas ligados a violência em espetáculo diário dignos de serem visto por um grande público. Como por exemplo, podemos citar o caso da menina Eloá Cristina (2008) em que o sequestro da adolescente pelo ex-namorado se tornou um reality show, tendo inclusive a morte da vítima sendo antecipada pelo principal telejornal da TV brasileira.
2. A construção de um universo simbólico que a longo prazo condiciona a óptica que o receptor irá ter da realidade (aculturação). Os cidadãos vivem constantemente amedrontados, ao saírem nas ruas, devido ao grande índice de violência urbana propagado pela mídia.
"Uma senhora de 60 anos disse: `Antes, se eu encontrasse uma criança na rua, passava a mão em sua cabeça. Hoje, eu tenho medo dela.´ Essa mudança demonstra que o outro (a criança, o jovem, o adulto) é sempre percebido como um agressor em potencial" (Psicologias, 1999).
A violência difundida diariamente nos meios de comunicação é um dos fatores que contribuem para a generalização dessa reação coletiva.
Programação infantil
Outro agrave que diz respeito à difusão da violência pela grande mídia é a programação voltada para o público infantil. As crianças ficam durante horas assistindo desenhos violentos que acabam estimulando a prática de ações semelhantes. Enquanto isso, observa-se que atrações educativas não conseguem abocanhar nem mesmo a metade da audiência.
Cabe aos veículos de comunicação de massa saber empregar o potencial que têm, promovendo o desenvolvimento dos seres humanos, a educação e o respeito a todos. Assim, é preciso fazer uma remodelagem na forma em que a violência é transmitida pela mídia, mostrando que este é um mal a ser evitado.
Dessa forma concluímos que apesar de a mídia ter o privilégio do pleno alcance, falta-lhe encontrar o sentido de indutora da cidadania e provocar no indivíduo o interesse pelo bem comum. É necessário que os responsáveis pelos meios de comunicação levem ao público uma programação séria que promova a ética e a cidadania, pois estes meios são muitas vezes responsáveis pela formação da personalidade do indivíduo e programações em que apenas o primeiro lugar na audiência importa acabam induzindo o grande aumento da violência.
(www.observatoriodaimprensa.com.br)

quinta-feira, julho 22, 2010

Observando as Pessoas

Vejo os velhos, os mais novos, homens, mulheres e crianças que encontro nas ruas, nos ônibus, lojas, supermercados, andando, indo para o trabalho, escola, passeando. Fico imaginando o que elas pensam a respeito de suas vidas, o que elas esperam desta vida em especial. Sei que procuram equilíbrio financeiro, status, poder, conhecimento, tranqüilidade, bem estar, segurança e quantos esperam uma morte serena, sem dor ou sofrimento? Um desencarne sem traumas, sem violência. E algumas estão convictas de que é só ser positivo, de bem com a vida, cuidar do físico, só isso importa.

Quanto engano, quanto tempo aplicado em coisas e sentimentos que não irão trazer evolução se também não pensarem no seu espírito. Mas estão preocupadas? Procuram conhecer sua alma como ela verdadeiramente é?

Ao chegar em casa vejo vários vizinhos sentados à calçada, conversando sobre os outros vizinhos que não estão presentes.
Fazem fofocas intermináveis, inventam, caluniam, se metem em discussões, incomodam com seu som alto, atrapalham o descanso dos outros com suas falas até altas horas da noite. Compram as brigas interferindo assim no Carma de cada um. Mas não têm o conhecimento sobre essas interferências e suas conseqüências para seu espírito. Não têm conhecimento de que existem legiões de espíritos desencarnados à sua volta, que se alimentam e provocam cada vez mais essas situações degradantes e vergonhosas de desrespeito ao próximo.

E depois visitam as casas desses mesmos vizinhos para rezarem juntos, fazem missas e terços, mas não se lembram dos ensinamentos de Jesus de que devemos fazer ao próximo o que gostaríamos que fizessem para nós. Não se lembram e também não são lembrados por padres e pastores que lhes dizem serem portadores desses ensinamentos.

Essas pessoas fazem romarias em respeito a uma crença fantasiosa, onde expõem imagens de santos milagreiros que, quando vivos, teriam curado doenças ou solucionado problemas impossíveis. E isso acontece porque a igreja católica criou a estória de que Jesus teria feito milagres quando de sua passagem aqui na Terra. E já que viveu como homem, os fiéis acham que fazer milagre é possível aos milagreiros. Mas o próprio Jesus desmentiu isso no livro “Vida de Jesus Ditada por Ele Mesmo”. Pois os milagres só acontecem pela própria pessoa, situações geradas e que sómente elas poderão resolver numa conseqüência de atitudes coerentes com as Leis de Deus, amando e respeitando seu próximo como parte da Criação e assim, se fizer para merecer, fará acontecer.

Pessoas que vão às igrejas frequentemente. Entram cabisbaixas simulando humildade, veneram estátuas, assistem um ritual e fazem orações criadas pelo homem, praticam o canibalismo simbólico ao “comer” a carne e “beber” o sangue de cristo, pagam seus dízimos e então recebem o perdão do padre, indo embora e vivendo tudo errado novamente...

Pelo menos uma vez por semana, algumas dessas pessoas religiosas batem à porta das casas em nome das igrejas.

Sempre pedindo, alimento, dinheiro, alguma ajuda para alguém ou para a própria igreja. Um dia é o censo católico convocando as pessoas para freqüentarem suas “células”, no outro é a apresentação de uma história de alguém necessitado, quase na miséria, precisando de qualquer contribuição, em outro momento é para arrecadar alimento para compor as cestas básicas de famílias carentes.

Nunca vêm à sua porta para orientá-lo sobre como prevenir a dengue, como separar o lixo reciclável, como economizar a água potável, energia elétrica, como prevenir doenças infecto-contagiosas ou qualquer informação voltada para o verdadeiro trabalho social.

A igreja reclama das baixas arrecadações monetárias dizendo que precisam de mais dinheiro e as pessoas não consideram as situações de envolvimento dos padres na pedofilia que estão gerando grandes indenizações na Justiça, levando o Vaticano a problemas financeiros pelo quinto ano consecutivo; mas as pessoas continuam contribuindo e isso justifica os problemas na suas vidas, pelos abusos que cometem ajudando essas entidades que de religião nunca tiveram nada e sim muita malversação, fraudes e absoluta má fé.

E o povo não enxerga, não percebe, estão condicionados, hipnotizados por essas autoridades eclesiásticas que usam do medo da morte e da morte sem o perdão para mantê-los nessa situação de atraso, fazendo com que eles percam até o direito de renascerem aqui, neste Planeta. Pois ao morrerem, por estarem estagnados na evolução de seus espíritos, passarão pelo censo espiritual que faz o trabalho de seleção do Juízo Final.

Vejo os adolescentes praticando atos de vandalismo, desrespeitando idosos, cometendo pequenos delitos, sem a orientação correta, sem serem chamados à responsabilidade de seus atos. Pais muitas vezes omissos que acham ser apenas uma fase difícil, de rebeldia, pela qual seus filhos jovens estão passando, devidas transformações que ocorrem em seu metabolismo. Pais que não tendo o conhecimento da reencarnação, das leis verdadeiras, de talião, do olho por olho, dente por dente, não passam para seus filhos o quanto eles terão que pagar por seus atos em qualquer tempo, em qualquer vida, sujeitos a lei da causa/efeito.

Por acreditarem sómente no que diz seus padres e pastores, que justificam essas situações com a pouca fé, não instruirão seus filhos na prática das Leis de Deus, do amor ao próximo, onde eles aprenderão a respeitar a tudo e a todos, pois, saberão que amanhã irão nascer novamente e talvez num lugar feio que eles ajudaram depredar, destruir. Irão nascer numa família que eles desrespeitaram em outra vida, vivendo relacionamentos pessoais desequilibrados pelo Carma, pelas cobranças desses feitos errôneos. Irão pagar pelos seus pequenos deslizes, seus pequenos delitos onde lesaram alguém.

E os dias passam e essas pessoas têm a mesma postura, vivem como zumbis, alienadas ao que ocorre no mundo, não param para pensar porque tantas catástrofes estão acontecendo, tanta violência, tanto desequilíbrio nos climas, tantas doenças sem cura, tanta proliferação de vírus e bactérias que atacam o homem.

E certamente essas pessoas já ouviram alguém falar sobre as leis das conseqüências. Mas não procuraram saber o que realmente isso quer dizer.

Algumas delas já tiveram oportunidade de conhecer as orientações corretas da verdadeira religião cristã. Mas não prestaram atenção. Preferem acreditar no que acham ser mais fácil. Levam a vida criando situações onde podem tirar mais vantagem, onde é mais interessante cuidar da vida dos outros que pensar em sua própria. Pensam que se têm uma situação mais confortável é por mérito. Não aceitam que nisso reside o aprendizado para aprimorarem seus espíritos, agindo corretamente com seus semelhantes, fazendo por merecer, trabalhando no social.

E as histórias se repetem todos os dias e assim as pessoas perdem-se dos caminhos que levam a Deus. O Deus a quem elas recorrem por diversas vezes querendo que Ele conserte o que elas fizeram de errado e que por isso estão sofrendo as conseqüências.

É só pensar um pouco nisso!

sábado, junho 12, 2010

30 de Junho - Litáurica "15 Anos"

A idade dos Vedas ainda não pode ser fixada. Fala-se deles como uma obra já venerável pela sua antigüidade. A Religião Litáurica nasceu dos Vedas, que agora prova os seus termos e assim reage à situação moderna e atual, mas ainda se lê, aqui, nos seus conceitos e no que está escrito entre as linhas pois, enquanto o homem escreve as palavras que formam os conceitos, estes geram sentimentos, e estes são a forma de relacionar-se com Deus. A Litáurica enfim prova cientificamente o antigo conceito Védico que diz – " que o ser dimensional, ao reencarnar, é posto numa posição da sociedade humana em relação aos seus méritos ou deméritos do passado, de onde só irá sair em função das suas atuações na vida" Mas a Litáurica sozinha não salvará o mundo, porém nela muitos poderão ainda auxiliar-se, pois reagindo nesta filosofia espiritual, a Litáurica sustenta o Jesus, que não se limitou a expulsar os mercadores do templo, mas o comércio da religião, pois a Reforma Messiânica, na liturgia no lar, leva o praticante a passar a moral cristã no seu lar, onde passa a exercer como seu representante nele, e nisso há ainda tempo e possibilidades de pôr em prática a Reforma com vantagens.
Este resultado possível e alcançável num certo tempo, numa certa dimensão, poderá provocar sentimentos de ponderação que poderão ajudar muita gente. E poderão então ser amenizadas certas medidas que estão sendo aplicadas pela Esfera Sideral, sobre o destino dos homens na Terra. A Litáurica une clareza no entendimento da crença e da fé, porém não altera substancialmente o conceito espiritual e corresponde aos seus objetivos que são, exatamente, os sentimentos que gera na ponderação de suas leituras, pois não são escritos psicografados, realizados por um médium inconsciente, mas uma realização consciente da qual participam, às claras, várias forças espirituais já envolvidas neste contexto.
A Litáurica foi oficializada no além, onde já estava marcada há séculos na programação evolutiva, e apesar de ainda não ter muita atuação consciente nas gentes da Terra, já está muito bem estruturada e representada no céu. Todo o complexo já está em plena atividade e, sob a bandeira destas intenções, operará nos tempos da Nova Era, e aguarda a Sua participação!
(Site da Litáurica)

quarta-feira, maio 26, 2010

O Nosso Interior

Estamos vivendo um período com abertura para atrair sintonias com a verdade. Estamos recebendo a possibilidade de trilhar caminhos que nos levem a conexão e/ou intensificação da luz interna. Também é o momento para a resolução de situações aparentemente complicadas. Cada ser é um ser divino em si, mas essa divindade é excluída pela falta de conexão com o centro, assim, a busca pela verdade se torna intensa para uns e o encontro com o vazio para outros. Embora esse vazio seja a mesma busca e está inconsciente por falta de visão interior. Cada um de nós é um ser composto de matéria e energia, que em sua profundidade se torna luz e estamos aqui para ativarmos um ao outro essa luz e sermos absorvidos para convergirmos para o TODO. Sendo assim, aproveitemos para limpar todos os sentimentos negativos que apagam essa luz. Muitos são os seres que estão morrendo por falta de luz.
Seja aquele que emite a luz pura, transmitindo iluminação para o outro ajudando a acender luzes e nunca a apagá-las, porque todos, juntos, fazemos parte de uma imensa rede de energia cósmica e que treme e afeta o outro ao menor vacilo. Concentremos-nos no foco de luz interna para expandirmos para a nossa aura, tornando-a cada vez mais fortalecida.
Vamos nos sintonizar com as nossas idéias, intenções e nos mantermos energeticamente ligados a elas, para que amadureçam e produzam vida, florescendo e irradiando de forma positiva, abrangendo outros. Vamos procurar sempre a beleza por trás de tudo, para que haja harmonia. Lembre-se de que a todo instante se está lidando com uma profusão de sentimentos contrários, emitidos por mentes desconectadas, que penetram o nosso campo vibracional, tentando nos afastar da conexão com o TODO.
Vamos ficar atentos para nesse momento, buscar nossa harmonia interior através da elegância em nossa maneira de agir e se expressar. Usemos nossa criatividade e sabedoria para influenciar na mudança de um estado desarmônico para um estado harmônico, e se houver outras pessoas envolvidas, vamos ajudá-las de forma suave, sem usar de autoridade, sempre respeitando a individualidade do outro.
Assim, as mudanças benéficas ocorrerão para todos. Pois a sombra só persiste porque insistimos em não ver a luz. Pense nisso. E o brilho em sua vida só permanece pela harmonia que você gera e sabedoria interior que você transmite.

quarta-feira, maio 12, 2010

O Potencial de Cada UM

Conta-se que, certa vez, os animais de uma floresta que estava sendo devastada pelos homens se reuniram para discutir os seus problemas.
Decidiram, após amplos debates, que a coisa mais importante a fazer seria criar uma escola.
Organizaram um currículo que objetivava desenvolver as habilidades de voar, saltar, nadar, correr e escalar. Todas consideradas necessárias e importantes para quem vive em uma floresta.
No entanto, apesar de terem utilizado métodos muito avançados, o desempenho dos alunos não foi dos melhores e a maioria conseguiu apresentar rendimento satisfatório em apenas uma ou duas habilidades.
O pato foi excelente em natação mas apenas razoável em vôos e péssimo em corridas.
Para melhorar em corrida treinou tanto que gastou suas patas e não conseguiu nadar como antes, baixando seu aproveitamento em natação.
O coelho, que vinha se destacando em corrida, desde o início do curso, acabou sofrendo um colapso de tanto se esforçar para melhorar em natação.
A capivara, que nadava e corria muito bem, acabou se esborrachando ao tentar voar. O susto foi tão grande que ela ficou traumatizada e não conseguiu mais nem correr, nem nadar.
Os pássaros, por sua vez, protestaram, desde a criação da escola, porque a habilidade de cantar não estava incluída no currículo.
Para eles, o canto era de importância fundamental para a qualidade de vida na floresta.
Quando o currículo todo foi dado, o único animal que concluiu o curso e fez o discurso de formatura foi a enguia.
Não que ela tivesse maiores habilidades. Em verdade, ela não se esmerara em nada e conseguira fazer um pouco de todas as matérias mais ou menos pela metade.
Com certeza, ao imaginarmos uma capivara tentando voar ou um coelho se dedicando à natação, rimos da história.
Mas, se olharmos ao nosso redor, vamos nos dar conta de que, por vezes, agimos exatamente como os animais da escola da floresta.
É quando tentamos considerar todas as pessoas iguais, destruindo o potencial da criatura de ser ela mesma.
Assim é quando, na posição de pais, insistimos com nosso filho para que siga determinada profissão.
Ele adora dançar mas nós lhe dizemos que isso não lhe conferirá uma carreira de sucesso e insistimos para que abrace a profissão que toda a família segue.
Até mesmo porque ele deve dar continuidade à tradição ou assumir o negócio da família, logo mais.
Por isso é que algumas empresas de tradição, em determinado momento, passando a ser administradas por quem não tem potencial nem vontade para o tipo de negócio, acabam por desaparecer.
Ou então, a pessoa desenvolve as habilidades que lhe são exigidas, mas nunca será um profissional de qualidade. Isso porque não ama o que faz.
E se transformará em uma criatura frustrada, infeliz, sempre reclamando de tudo e de todos.
Pensemos nisso e passemos a valorizar mais a habilidade e o potencial de cada um.
Lembremos que a natureza é tão exuberante exatamente pelas diferenças que apresenta nos reinos mineral, vegetal, animal onde cada um é especial e desempenha, na Terra, a missão que o Divino Criador lhe confiou. (Desconhecido).

sábado, maio 01, 2010

Paradoxo do Nosso Tempo

"Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais,perdemos tempo demais em relações virtuais, e raramente se vive Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver;
adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais,
mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca,
mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno;
lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios,
casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis,
das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
isso se perpetuará.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama,mas, em primeiro lugar, se ame.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família, seus amores, seus amigos,
a pessoa que lhe ama, e, aquelas que estão sempre ao seu lado."
(George Calin)

quarta-feira, abril 07, 2010

A Moral das Histórias

Recentemente acompanhamos o desfecho de um julgamento por crime de morte de uma criança. Analisando o fato em si, podemos fazer algumas considerações sobre toda a situação envolvendo esse julgamento. Observamos que os réus, já estavam condenados por uma parte da sociedade, com direito a manifestação pública frente ao fórum, cartazes com frases condenatórias, um verdadeiro circo, pessoas julgando outras sem levar em consideração que, no caso em questão, existiam profissionais que trabalharam para que o resultado do julgamento fosse condizente com o crime em si.
Será que esse tipo de postura auxilia no progresso da sociedade, no sistema organizacional? Ou influencia de forma negativa a mente de profissionais envolvidos no trabalho, fazendo com que a análise clara e objetiva seja desviada do contexto real ?
Podemos até fazer uma analogia. Quando Jesus foi levado perante Pôncio Pilatos, no seu julgamento, os judeus clamavam por sua morte, exigiram mesmo sua morte, fazendo com que Pôncio Pilatos “lava-se as mãos” pois, não podia ficar “mal” perante Roma, indo contra o pedido dos romanos. Então Jesus foi assassinado, com requintes de crueldade. Na exigência dos cidadãos daquela sociedade.
No exemplo dos casos de pedofilia envolvendo a igreja católica, a sociedade está começando a separar o pecado, do crime. Estão se organizando para que a lei seja respeitada e cumprida com rigor. Mas, ainda não vemos a sociedade como um todo se manifestar em prol de um futuro melhor, acabando com esses abusos de forma definitiva, exigindo a condenação da igreja por omissão aos crimes, pois passaram dos limites.
Uma parte da sociedade ainda não separa o crime, do pecado. Ainda vê, na pessoa do padre, algo de divino e inimputável. Verdadeiras aberrações também acontecem no Brasil e, mesmo sendo de conhecimento público, não vemos pessoas clamando por um julgamento adequado, com as leis dos homens sendo cumpridas dentro do seu rigor.
As Leis existem para que a sociedade se enquadre na convivência, cumpridores dessas leis, senão serão punidos com os rigores dessas. E os cidadãos da sociedade organizada devem obedecer a ordem das coisas e fiscalizar também, para que isso seja cumprido fielmente, de uma forma ordenada, com coerência.
Então, infelizmente qual é a moral da história? Que de acordo com as conveniências pessoais não se deve julgar, será tipo dois pesos e duas medidas, e quem não gostar, sarcasticamente falando, não querendo fazer um trocadilho, vá reclamar com o papa...

quinta-feira, março 25, 2010

A Sociedade Reencarnada

Ultimamente temos assistido tantos fatos sendo retransmitidos pela TV e em outros meios de comunicação, que fica até difícil decidir sobre o que comentar. Usando como exemplo um filme chamado O Julgamento de Nuremberg, que mostra quando os nazistas e colaboradores de Hitler foram condenados pelos crimes que cometeram e morreram convictos de que agiram certo em tantas atrocidades.
Dentro do conceito reencarnatório, sei que morre a matéria, mas o espírito não! O espírito permanece com as atitudes, com a essência das personalidades vividas em várias vidas, com sentimentos diversos e assim reencarnam.
Analisando e tentando entender a sociedade, vejo que as pessoas trazem como herança os sentimentos humanos que já viveram, e o ódio, a sede de vingança, o desejo de justiça social, não as deixam perdoar o que lhes ocorreu, e aí nascem com a predisposição para serem marginais, frutos de uma sociedade desigual, pois muitos têm muito e outros nada, ou quase nada. Trazem consigo essa revolta, lesam outras pessoas para se vingarem, dando vazão aos sentimentos que o espírito absolveu; praticam crimes hediondos que chocam a sociedade, da mesma forma que a humanidade se chocou quando da perseguição aos judeus, mas pouco, ou quase nada fizeram para não deixar acontecer.
Esses espíritos, tanto vítimas como agressores, vivem suas histórias nos planos físicos e metafísicos, e quando estão reencarnados, precisam resolver as pendências, as dívidas, aplacar o ódio, o rancor, o desamor. Nem sempre é fácil, pois o ser pode voltar à matéria em diversas condições e terá que trabalhar muito para administrar sua vida atual com o inventário de todos seus feitos em vidas anteriores. Temos exemplos na vida real que demonstram essas histórias, que precisam ser resolvidas uns com os outros. Tudo é uma questão de viver de acordo com seu carma, que é a conseqüência da Lei causa/efeito. Procurar entender isso é buscar evoluir, desenvolver sua capacidade de raciocinar em coerência com a realidade.
Usando outro exemplo, nos últimos dias ficamos sabendo de mais abusos cometidos por homens da igreja, então vamos considerar a história da época da inquisição: existiram padres e autoridades eclesiásticas que julgavam e condenavam principalmente mulheres que tinham visões, que curavam com ervas, antes de chegarem ao julgamento, e ocorria até com crianças, foram seviciadas, torturadas em práticas sexuais perversas, vítimas de sadismo, sadomasoquismo, luxúria. Alguns espíritos dão continuidade às perversidades que em outras vidas cometeram, uma sequência de tantos feitos contra seres humanos...
Analise a situação nos dias de hoje, e veja padres, pastores, médicos, pervertidos, pedófilos, homossexuais e muitos continuam sendo considerados autoridades, são encontrados em igrejas, congregações, clínicas e consultórios.
É, a essência do ser não se perde nas reencarnações, morre a matéria, mas o registro fica no espírito, e é ele que reencarna.
Os espíritos reencarnados trazem suas heranças cármicas e genéticas, a própria situação de ter enraizado sentimentos de outras vidas vividas, faz com que cometam novamente os mesmos deslizes graves, ou serem vítimas das mesmas ofensas.
Desde pequenos em muitos lares não recebem a formação correta dos pais, que também têm seu carma e seguem orientações de padres, pastores que nunca viveram um contexto familiar, sabem menos ainda sobre a educação de filhos; em alguns casos, procuram ajuda em médicos, terapêutas, curandeiros, benzedeiros, pessoas que podem estar doentes espiritualmente, criando confusões nas interpretações de como viverem sua religiosidade.
Pessoas que aliciam jovens já problemáticos, que estão tentando sobreviver num mundo competitivo em demasia, desproporcional nas oportunidades, causando uma pressão insuportável para as mentes em formação. São vulneráveis, fragilizados espiritualmente por não terem respostas às suas angústias e desesperanças, causadas muitas vezes no próprio seio familiar.
Tudo isso seria diferente se questionássemos melhor os fatos graves que ocorreram ao longo dos tempos. O catolicismo, visando lucros materiais, tirou a lei da reencarnação dos ensinos religiosos, que explicaria muitas situações de vida; esconderam ensinamentos valiosíssimos.
Como entender os fatos cotidianos que nos afligem, nos deixam inseguros, temerosos de ter que enfrentar algum desses casos na nossa vida?
A convivência, sem interferências pessoais, o bem estar social derivado de atitudes moralmente corretas, o respeito a toda hora, todo momento, sabendo que os seus direitos vão até onde começam os direitos de outro, a solidariedade, o humanismo, a caridade certa ajudando outro ser humano em suas dificuldades, ensinando, acompanhando...
Estamos vivendo num mundo em que as pessoas reencarnaram, mas se perderam do caminho do amor, que conduziria a paz, a harmonia entre os seres e às vidas sucessivas equilibradas.

domingo, março 07, 2010

Planeta Terra, Nosso Lar Ameaçado!

Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.
A humanidade é parte de um vasto Universo em evolução. A Terra, nosso lar, está viva com uma comunidade de vida única. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade da vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todas as pessoas. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra são deveres sagrados.
A escolha é nossa, formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São necessárias mudanças fundamentais dos nossos valores, instituições e modos de vida. Devemos entender que, quando as necessidades básicas forem atingidas, o desenvolvimento humano será primariamente voltado a ser mais, não a ter mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos e reduzir nossos impactos ao meio ambiente. O surgimento de uma sociedade civil global cria novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano. Os desafios ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interligados, e juntos podem forjar soluções de interesse coletivo.

sábado, fevereiro 27, 2010

Dia-a-Dia

Assistindo o noticiário sobre o terremoto no Chile, a exemplo também do que ocorreu no Haiti e outros, analiso que o homem não está preparado para morrer, como também não se interessa em se preparar para viver seus dias; se assusta com a morte, por ser essa desconhecida e sequer entendida como um processo natural de vida.
Sabemos que é muito assustador o fim da nossa existência. Amedronta porque pensamos que indica o fim de tudo, pelo menos do que conhecemos. Obscuro por não termos diante disto, qualquer vislumbre de salvação da vida terrena. É tenebroso também pela grande ignorância que nos cerca sobre o assunto.

Nesta Nova Era, é disponibilizado ao homem o “saber mais”, o uso de sua inteligência investigativa. Nem é preciso muito exercício mental para analisarmos os fatos cotidianos, temos informações de todo tipo através dos meios de comunicação. Ao homem bastaria querer saber mais, querer aprender mais e buscar. Assim, estaria livre desse medo obscuro, dessa insegurança do estar vivo amanhã, porque saberia que o amanhã é eterno, quando compreende a sua existência imortal como ser espiritual. Temos responsabilidades e deveres no sistema planetário, cada um é responsável por fazer ou se omitir. E a natureza, às vezes, nada mais faz do que retribuir o que o homem lhe deu: desrespeito.
Centenas de milhões de anos, a Terra se molda em sua intrincada evolução. A vida e a luta diária pela sobrevivência sempre marcou milhões de seres vivos.
“A própria destruição, que parece aos homens o limite final das coisas, é apenas um meio de chegar, por meio da transformação, a um estado mais perfeito, porque tudo morre para renascer e nada volta para o nada” Santo Agostinho, Paris, 1862.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

O Ser humano e Deus

Hoje a maioria dos seres humanos que chegam a usar o nome de Deus em todas as oportunidades possíveis e impossíveis, jamais tiveram a mínima noção do conceito Deus.
Pois, como espíritos humanos, têm que possuir a faculdade de intuir dentro de si o pressentimento de Deus, mesmo que seja apenas uma vez em sua existência terrena!
Porém, essa única vez, seria o suficiente para tirar-lhe incondicionalmente, a vontade de transgredir de forma leviana, o primeiro mandamento.
Trará então, eternamente dentro de si, a necessidade de só pronunciar o nome de Deus, na maior pureza de todo o seu íntimo!


Considerações sobre as crianças

As crianças, depois, jovens, convivendo com...
Desigualdade social aumentando, o poder econômico do submundo dos vícios aumentando, o individualismo mesquinho e hipócrita, a intolerância, a arrogância, a ganância, a violência urbana crescendo, a estupidificação da mídia..., valores sociais deturpados, religiosidade questionável, espiritualidade inexistente...
É imperioso que observemos o quadro de confusão e desordem que se instala na atualidade, principalmente nas sociedades mais adiantadas intelectualmente. Nunca, em tempo algum, viu-se algo semelhante. As crianças, em tenra idade, numa época em que se estabelece o processo educativo, vital para o equilíbrio das criaturas, são bombardeadas em sua inocência por programas perniciosos, veiculados pela TV, dando enfoque perigoso e insano ao sexo, à violência, à transgressão e à libertinagem, ensinando-lhes que o melhor é sempre o que sobrepuja o outro pela esperteza, iniciando, já na gênese de sua formação, as lições do egoísmo, da lei do mais forte, próprios de civilizações atrasadas.
A corrida desenfreada do homem em busca do ter, em detrimento do ser, levou-o a, novamente, construir altares a outros deuses. O materialismo impera e destrói com suas absurdas leis. O que menos conta são os valores humanos. E no meio de tudo isso, a humanidade agoniza, mergulhada num entorpecimento doentio, numa moral completamente desvirtuada. Os indivíduos que ocupam a posição de líderes são criaturas amantes de si mesmas, soberbas, orgulhosas, com a aparência do Bem, mas sem a eficácia dele, não tendo portanto, a força moral do exemplo em suas ações.
Os pais, por comodismo ou por ignorância, assistem passivos a essa tragédia. Não buscam semear os princípios da moral cristã em seus lares. Nessa luta sutil e desigual, quase sempre vence o mundo, e este pequeno e frágil ser entra na adolescência e idade adulta completamente despreparado, desprovido da proteção segura dos ensinamentos dessa moral.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

O Juízo Final

Ser advertida? A humanidade ainda precisa mesmo ser especialmente advertida? Toda a atual vida terrena, com todas as calamidades, guerras, doenças e demais tragédias humanas não serão advertências suficientes? Todo aquele que queira ver e ouvir, deve apenas observar o ambiente em que vive e em seguida tirar daí as suas conclusões!
Advertências e avisos deseja o ser humano? Em qualquer lugar para onde ele se dirige, verá os sinais da época. Mesmo aqueles que rejeitam categoricamente quaisquer reflexões sobre um Juízo, afastando cada indicação referente a isso com as palavras de que tudo o que acontece hoje, também já aconteceu antigamente. Também as muitas doenças, as perturbações nervosas e depressões sob as quais a humanidade sofre, são advertências. Advertências e sérios avisos, já que estes múltiplos sofrimentos, em parte inexplicáveis, apesar de todas as modernas conquistas da medicina, não podem ser eliminados. Os calmantes, os soníferos e os demais medicamentos que são consumidos atualmente às toneladas, não dão saúde a ninguém, nem devolvem a perdida paz à alma.
Cada um será advertido de acordo com a sua espécie e seu carma! Quer seja por meio de dores físicas ou psíquicas, por preocupação, necessidade ou desespero. A mão do destino imprime em cada um a sua marca. Para cada um chegará o momento em que se tornará cônscio de seu próprio desamparo e de sua inferioridade humana. Esses são os momentos de graça que podem conduzir ao auto-conhecimento e à procura da Verdade.
A criatura humana deseja advertências e avisos especiais, e ainda espera que esses mesmos não só a preparem, mas sobretudo façam-na acreditar no Juízo Final.
Existe um sinal infalível de advertência, ou melhor dizendo, de alarme, que cada um deve, mais cedo ou mais tarde sentir, queira ou não. Este é o medo. Esse medo não pode nem ser afastado com um sorriso, nem ser desmentido, pois ele é um sinal da época, um sinal do Juízo!
A psicose do medo pesa hoje, com raras exceções, sobre toda a humanidade. Ela apodera-se de crentes e descrentes, de pobres e ricos, de materialistas e idealistas, de céticos e sacerdotes. Ela é também o motivo de seres humanos estarem sempre como que em fuga de si mesmos, em fuga de seus próprios pensamentos e das deprimentes formas do medo.
De onde vem agora esse medo que deixa estremecer os corações humanos, e que como um fantasma de mil cabeças gira em volta do globo terrestre?
O medo provém dos próprios espíritos humanos. Ele é a voz acusadora da consciência, na qual se expressa a grande culpa contra Deus. E ele é também um som das trombetas do Juízo, que procura acordar os seres humanos, anunciando-lhes a sentença do verdadeiro Deus!
(O livro do Juízo Final - Roselis V Sass)