sábado, fevereiro 27, 2010
Dia-a-Dia
Assistindo o noticiário sobre o terremoto no Chile, a exemplo também do que ocorreu no Haiti e outros, analiso que o homem não está preparado para morrer, como também não se interessa em se preparar para viver seus dias; se assusta com a morte, por ser essa desconhecida e sequer entendida como um processo natural de vida.
Sabemos que é muito assustador o fim da nossa existência. Amedronta porque pensamos que indica o fim de tudo, pelo menos do que conhecemos. Obscuro por não termos diante disto, qualquer vislumbre de salvação da vida terrena. É tenebroso também pela grande ignorância que nos cerca sobre o assunto.
Nesta Nova Era, é disponibilizado ao homem o “saber mais”, o uso de sua inteligência investigativa. Nem é preciso muito exercício mental para analisarmos os fatos cotidianos, temos informações de todo tipo através dos meios de comunicação. Ao homem bastaria querer saber mais, querer aprender mais e buscar. Assim, estaria livre desse medo obscuro, dessa insegurança do estar vivo amanhã, porque saberia que o amanhã é eterno, quando compreende a sua existência imortal como ser espiritual. Temos responsabilidades e deveres no sistema planetário, cada um é responsável por fazer ou se omitir. E a natureza, às vezes, nada mais faz do que retribuir o que o homem lhe deu: desrespeito.
Centenas de milhões de anos, a Terra se molda em sua intrincada evolução. A vida e a luta diária pela sobrevivência sempre marcou milhões de seres vivos.
“A própria destruição, que parece aos homens o limite final das coisas, é apenas um meio de chegar, por meio da transformação, a um estado mais perfeito, porque tudo morre para renascer e nada volta para o nada” Santo Agostinho, Paris, 1862.
Sabemos que é muito assustador o fim da nossa existência. Amedronta porque pensamos que indica o fim de tudo, pelo menos do que conhecemos. Obscuro por não termos diante disto, qualquer vislumbre de salvação da vida terrena. É tenebroso também pela grande ignorância que nos cerca sobre o assunto.
Nesta Nova Era, é disponibilizado ao homem o “saber mais”, o uso de sua inteligência investigativa. Nem é preciso muito exercício mental para analisarmos os fatos cotidianos, temos informações de todo tipo através dos meios de comunicação. Ao homem bastaria querer saber mais, querer aprender mais e buscar. Assim, estaria livre desse medo obscuro, dessa insegurança do estar vivo amanhã, porque saberia que o amanhã é eterno, quando compreende a sua existência imortal como ser espiritual. Temos responsabilidades e deveres no sistema planetário, cada um é responsável por fazer ou se omitir. E a natureza, às vezes, nada mais faz do que retribuir o que o homem lhe deu: desrespeito.
Centenas de milhões de anos, a Terra se molda em sua intrincada evolução. A vida e a luta diária pela sobrevivência sempre marcou milhões de seres vivos.
“A própria destruição, que parece aos homens o limite final das coisas, é apenas um meio de chegar, por meio da transformação, a um estado mais perfeito, porque tudo morre para renascer e nada volta para o nada” Santo Agostinho, Paris, 1862.
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
O Ser humano e Deus
Hoje a maioria dos seres humanos que chegam a usar o nome de Deus em todas as oportunidades possíveis e impossíveis, jamais tiveram a mínima noção do conceito Deus.
Pois, como espíritos humanos, têm que possuir a faculdade de intuir dentro de si o pressentimento de Deus, mesmo que seja apenas uma vez em sua existência terrena!
Porém, essa única vez, seria o suficiente para tirar-lhe incondicionalmente, a vontade de transgredir de forma leviana, o primeiro mandamento.
Trará então, eternamente dentro de si, a necessidade de só pronunciar o nome de Deus, na maior pureza de todo o seu íntimo!
Considerações sobre as crianças
As crianças, depois, jovens, convivendo com...
Desigualdade social aumentando, o poder econômico do submundo dos vícios aumentando, o individualismo mesquinho e hipócrita, a intolerância, a arrogância, a ganância, a violência urbana crescendo, a estupidificação da mídia..., valores sociais deturpados, religiosidade questionável, espiritualidade inexistente...
É imperioso que observemos o quadro de confusão e desordem que se instala na atualidade, principalmente nas sociedades mais adiantadas intelectualmente. Nunca, em tempo algum, viu-se algo semelhante. As crianças, em tenra idade, numa época em que se estabelece o processo educativo, vital para o equilíbrio das criaturas, são bombardeadas em sua inocência por programas perniciosos, veiculados pela TV, dando enfoque perigoso e insano ao sexo, à violência, à transgressão e à libertinagem, ensinando-lhes que o melhor é sempre o que sobrepuja o outro pela esperteza, iniciando, já na gênese de sua formação, as lições do egoísmo, da lei do mais forte, próprios de civilizações atrasadas.
A corrida desenfreada do homem em busca do ter, em detrimento do ser, levou-o a, novamente, construir altares a outros deuses. O materialismo impera e destrói com suas absurdas leis. O que menos conta são os valores humanos. E no meio de tudo isso, a humanidade agoniza, mergulhada num entorpecimento doentio, numa moral completamente desvirtuada. Os indivíduos que ocupam a posição de líderes são criaturas amantes de si mesmas, soberbas, orgulhosas, com a aparência do Bem, mas sem a eficácia dele, não tendo portanto, a força moral do exemplo em suas ações.
Os pais, por comodismo ou por ignorância, assistem passivos a essa tragédia. Não buscam semear os princípios da moral cristã em seus lares. Nessa luta sutil e desigual, quase sempre vence o mundo, e este pequeno e frágil ser entra na adolescência e idade adulta completamente despreparado, desprovido da proteção segura dos ensinamentos dessa moral.
Pois, como espíritos humanos, têm que possuir a faculdade de intuir dentro de si o pressentimento de Deus, mesmo que seja apenas uma vez em sua existência terrena!
Porém, essa única vez, seria o suficiente para tirar-lhe incondicionalmente, a vontade de transgredir de forma leviana, o primeiro mandamento.
Trará então, eternamente dentro de si, a necessidade de só pronunciar o nome de Deus, na maior pureza de todo o seu íntimo!
Considerações sobre as crianças
As crianças, depois, jovens, convivendo com...
Desigualdade social aumentando, o poder econômico do submundo dos vícios aumentando, o individualismo mesquinho e hipócrita, a intolerância, a arrogância, a ganância, a violência urbana crescendo, a estupidificação da mídia..., valores sociais deturpados, religiosidade questionável, espiritualidade inexistente...
É imperioso que observemos o quadro de confusão e desordem que se instala na atualidade, principalmente nas sociedades mais adiantadas intelectualmente. Nunca, em tempo algum, viu-se algo semelhante. As crianças, em tenra idade, numa época em que se estabelece o processo educativo, vital para o equilíbrio das criaturas, são bombardeadas em sua inocência por programas perniciosos, veiculados pela TV, dando enfoque perigoso e insano ao sexo, à violência, à transgressão e à libertinagem, ensinando-lhes que o melhor é sempre o que sobrepuja o outro pela esperteza, iniciando, já na gênese de sua formação, as lições do egoísmo, da lei do mais forte, próprios de civilizações atrasadas.
A corrida desenfreada do homem em busca do ter, em detrimento do ser, levou-o a, novamente, construir altares a outros deuses. O materialismo impera e destrói com suas absurdas leis. O que menos conta são os valores humanos. E no meio de tudo isso, a humanidade agoniza, mergulhada num entorpecimento doentio, numa moral completamente desvirtuada. Os indivíduos que ocupam a posição de líderes são criaturas amantes de si mesmas, soberbas, orgulhosas, com a aparência do Bem, mas sem a eficácia dele, não tendo portanto, a força moral do exemplo em suas ações.
Os pais, por comodismo ou por ignorância, assistem passivos a essa tragédia. Não buscam semear os princípios da moral cristã em seus lares. Nessa luta sutil e desigual, quase sempre vence o mundo, e este pequeno e frágil ser entra na adolescência e idade adulta completamente despreparado, desprovido da proteção segura dos ensinamentos dessa moral.
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
O Juízo Final
Ser advertida? A humanidade ainda precisa mesmo ser especialmente advertida? Toda a atual vida terrena, com todas as calamidades, guerras, doenças e demais tragédias humanas não serão advertências suficientes? Todo aquele que queira ver e ouvir, deve apenas observar o ambiente em que vive e em seguida tirar daí as suas conclusões!
Advertências e avisos deseja o ser humano? Em qualquer lugar para onde ele se dirige, verá os sinais da época. Mesmo aqueles que rejeitam categoricamente quaisquer reflexões sobre um Juízo, afastando cada indicação referente a isso com as palavras de que tudo o que acontece hoje, também já aconteceu antigamente. Também as muitas doenças, as perturbações nervosas e depressões sob as quais a humanidade sofre, são advertências. Advertências e sérios avisos, já que estes múltiplos sofrimentos, em parte inexplicáveis, apesar de todas as modernas conquistas da medicina, não podem ser eliminados. Os calmantes, os soníferos e os demais medicamentos que são consumidos atualmente às toneladas, não dão saúde a ninguém, nem devolvem a perdida paz à alma.
Cada um será advertido de acordo com a sua espécie e seu carma! Quer seja por meio de dores físicas ou psíquicas, por preocupação, necessidade ou desespero. A mão do destino imprime em cada um a sua marca. Para cada um chegará o momento em que se tornará cônscio de seu próprio desamparo e de sua inferioridade humana. Esses são os momentos de graça que podem conduzir ao auto-conhecimento e à procura da Verdade.
A criatura humana deseja advertências e avisos especiais, e ainda espera que esses mesmos não só a preparem, mas sobretudo façam-na acreditar no Juízo Final.
Existe um sinal infalível de advertência, ou melhor dizendo, de alarme, que cada um deve, mais cedo ou mais tarde sentir, queira ou não. Este é o medo. Esse medo não pode nem ser afastado com um sorriso, nem ser desmentido, pois ele é um sinal da época, um sinal do Juízo!
A psicose do medo pesa hoje, com raras exceções, sobre toda a humanidade. Ela apodera-se de crentes e descrentes, de pobres e ricos, de materialistas e idealistas, de céticos e sacerdotes. Ela é também o motivo de seres humanos estarem sempre como que em fuga de si mesmos, em fuga de seus próprios pensamentos e das deprimentes formas do medo.
De onde vem agora esse medo que deixa estremecer os corações humanos, e que como um fantasma de mil cabeças gira em volta do globo terrestre?
O medo provém dos próprios espíritos humanos. Ele é a voz acusadora da consciência, na qual se expressa a grande culpa contra Deus. E ele é também um som das trombetas do Juízo, que procura acordar os seres humanos, anunciando-lhes a sentença do verdadeiro Deus!
(O livro do Juízo Final - Roselis V Sass)
Advertências e avisos deseja o ser humano? Em qualquer lugar para onde ele se dirige, verá os sinais da época. Mesmo aqueles que rejeitam categoricamente quaisquer reflexões sobre um Juízo, afastando cada indicação referente a isso com as palavras de que tudo o que acontece hoje, também já aconteceu antigamente. Também as muitas doenças, as perturbações nervosas e depressões sob as quais a humanidade sofre, são advertências. Advertências e sérios avisos, já que estes múltiplos sofrimentos, em parte inexplicáveis, apesar de todas as modernas conquistas da medicina, não podem ser eliminados. Os calmantes, os soníferos e os demais medicamentos que são consumidos atualmente às toneladas, não dão saúde a ninguém, nem devolvem a perdida paz à alma.
Cada um será advertido de acordo com a sua espécie e seu carma! Quer seja por meio de dores físicas ou psíquicas, por preocupação, necessidade ou desespero. A mão do destino imprime em cada um a sua marca. Para cada um chegará o momento em que se tornará cônscio de seu próprio desamparo e de sua inferioridade humana. Esses são os momentos de graça que podem conduzir ao auto-conhecimento e à procura da Verdade.
A criatura humana deseja advertências e avisos especiais, e ainda espera que esses mesmos não só a preparem, mas sobretudo façam-na acreditar no Juízo Final.
Existe um sinal infalível de advertência, ou melhor dizendo, de alarme, que cada um deve, mais cedo ou mais tarde sentir, queira ou não. Este é o medo. Esse medo não pode nem ser afastado com um sorriso, nem ser desmentido, pois ele é um sinal da época, um sinal do Juízo!
A psicose do medo pesa hoje, com raras exceções, sobre toda a humanidade. Ela apodera-se de crentes e descrentes, de pobres e ricos, de materialistas e idealistas, de céticos e sacerdotes. Ela é também o motivo de seres humanos estarem sempre como que em fuga de si mesmos, em fuga de seus próprios pensamentos e das deprimentes formas do medo.
De onde vem agora esse medo que deixa estremecer os corações humanos, e que como um fantasma de mil cabeças gira em volta do globo terrestre?
O medo provém dos próprios espíritos humanos. Ele é a voz acusadora da consciência, na qual se expressa a grande culpa contra Deus. E ele é também um som das trombetas do Juízo, que procura acordar os seres humanos, anunciando-lhes a sentença do verdadeiro Deus!
(O livro do Juízo Final - Roselis V Sass)
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