Considerações

Somos espíritos passando por uma experiência humana. Como e o quê vamos fazer, partindo dessa premissa, depende única e exclusivamente de cada um. Convido todos a participarem dessa jornada com responsabilidade nos deveres a cumprir individual e socialmente. Espero poder auxiliar fazendo minha parte. Peço paciência e desprendimento para que possa fazer um bom trabalho.


quinta-feira, fevereiro 11, 2010

O Juízo Final

Ser advertida? A humanidade ainda precisa mesmo ser especialmente advertida? Toda a atual vida terrena, com todas as calamidades, guerras, doenças e demais tragédias humanas não serão advertências suficientes? Todo aquele que queira ver e ouvir, deve apenas observar o ambiente em que vive e em seguida tirar daí as suas conclusões!
Advertências e avisos deseja o ser humano? Em qualquer lugar para onde ele se dirige, verá os sinais da época. Mesmo aqueles que rejeitam categoricamente quaisquer reflexões sobre um Juízo, afastando cada indicação referente a isso com as palavras de que tudo o que acontece hoje, também já aconteceu antigamente. Também as muitas doenças, as perturbações nervosas e depressões sob as quais a humanidade sofre, são advertências. Advertências e sérios avisos, já que estes múltiplos sofrimentos, em parte inexplicáveis, apesar de todas as modernas conquistas da medicina, não podem ser eliminados. Os calmantes, os soníferos e os demais medicamentos que são consumidos atualmente às toneladas, não dão saúde a ninguém, nem devolvem a perdida paz à alma.
Cada um será advertido de acordo com a sua espécie e seu carma! Quer seja por meio de dores físicas ou psíquicas, por preocupação, necessidade ou desespero. A mão do destino imprime em cada um a sua marca. Para cada um chegará o momento em que se tornará cônscio de seu próprio desamparo e de sua inferioridade humana. Esses são os momentos de graça que podem conduzir ao auto-conhecimento e à procura da Verdade.
A criatura humana deseja advertências e avisos especiais, e ainda espera que esses mesmos não só a preparem, mas sobretudo façam-na acreditar no Juízo Final.
Existe um sinal infalível de advertência, ou melhor dizendo, de alarme, que cada um deve, mais cedo ou mais tarde sentir, queira ou não. Este é o medo. Esse medo não pode nem ser afastado com um sorriso, nem ser desmentido, pois ele é um sinal da época, um sinal do Juízo!
A psicose do medo pesa hoje, com raras exceções, sobre toda a humanidade. Ela apodera-se de crentes e descrentes, de pobres e ricos, de materialistas e idealistas, de céticos e sacerdotes. Ela é também o motivo de seres humanos estarem sempre como que em fuga de si mesmos, em fuga de seus próprios pensamentos e das deprimentes formas do medo.
De onde vem agora esse medo que deixa estremecer os corações humanos, e que como um fantasma de mil cabeças gira em volta do globo terrestre?
O medo provém dos próprios espíritos humanos. Ele é a voz acusadora da consciência, na qual se expressa a grande culpa contra Deus. E ele é também um som das trombetas do Juízo, que procura acordar os seres humanos, anunciando-lhes a sentença do verdadeiro Deus!
(O livro do Juízo Final - Roselis V Sass)