domingo, dezembro 19, 2010
Natal Uma Festa Pagã
Geralmente nesta época do ano todos ficam tocados à fazer caridades para crianças carentes, famílias escolhidas, asilos abandonados, etc.
É muito comum ter nos locais de trabalho as chamadas “árvores da solidariedade” ou distribuição de nomes escolhidos de crianças de alguma entidade ou igreja para a qual se deve destinar o presente, e o cidadão achando-se “o máximo” por colaborar, pensa que é um cumpridor das obrigações sociais e religiosas, pois fez uma caridade!!!
Mas, será que é essa a caridade mais humanista? E o resto do ano o que têm?
Natal Feliz? Mas, vem janeiro, fevereiro, março..., como fica?
É preciso um trabalho social sério com recursos dos órgãos públicos, juntamente com uma orientação espiritual correta. De nada adianta doar sem um acompanhamento e fiscalização do investimento. É importante entender o porquê de se estar na condição de pobreza.
As pessoas não devem financiar a pobreza com doações e sim criar meios para se sair dela, pelo esforço do trabalho, dignidade..., preocupar-se em ser útil para alguém ou para a sociedade em geral.
A caridade não é o que muitos entendem e não tem significado nenhum quando está condicionada a um “alívio” de consciência.
E ainda nos dias de hoje vejamos: enganam-se quem pensa que a data e a troca de presentes no dia do Natal estejam relacionadas com o nascimento de Jesus Cristo. A origem do Natal está ligada as festas do império romano. Em 22 ou 23 de dezembro, já bem antes da era cristã, era celebrado o festival “Natalis Solis Invicti”, algo como “Nascimento do Sol Invencível”. Ainda em Roma, durante estas festas era comum a troca de presentes. No ano novo inclusive era costume presentear os pobres e as crianças e decorar as casas.
Dessa forma a comemoração do dia 25 de dezembro (celebrada em honra ao deus-Sol), passava a ser a festa do nascimento (Natal) de Jesus Cristo: o verdadeiro Sol da Justiça. Acredita-se que foi o Imperador Constantino I, o Grande (274-337; reinou de 306 a 337), já no final do seu reinado (ano 336), foi quem determinou que o nascimento de Jesus deveria ser celebrado no dia 25 de dezembro em todo o Império Romano.
O que se comemorava antes do calendário gregoriano dessa data era o aniversário de um deus pagão, um guerreiro persa chamado Mitra, muito conhecido dos romanos e também essa data era um dia de festa dos romanos porque era o dia de Apolo. O dia já era estabelecido como festividade e o aproveitaram.
Antes do século IV não se comemorava o Natal, pois não se sabia (como ainda não se sabe) a data precisa do nascimento de Jesus Cristo. Depois, convencionaram-se datas para isso, como 6 de janeiro, 25 de março ou 20 de maio.
Além disso, famoso por sua generosidade o bispo San Nicola, que viveu no século IV na cidade de Maira, atual sudeste asiático, foi escolhido como patrono da data, a ele foi adicionada a lenda escandinava do feiticeiro que punia as crianças levadas e dava presentes aos bem comportados. Nisso tudo resultou a figura de Papai Noel.
Conclui-se então que o Natal é só uma festa que instituída, é aproveitada comercialmente.
Mas uma coisa se sabe e cabe mencionar, estamos vivendo em uma Nova Era, e é dever de quem conhece divulgar as verdades, para dar chance às pessoas de evoluirem sem condicionamentos.
É muito comum ter nos locais de trabalho as chamadas “árvores da solidariedade” ou distribuição de nomes escolhidos de crianças de alguma entidade ou igreja para a qual se deve destinar o presente, e o cidadão achando-se “o máximo” por colaborar, pensa que é um cumpridor das obrigações sociais e religiosas, pois fez uma caridade!!!
Mas, será que é essa a caridade mais humanista? E o resto do ano o que têm?
Natal Feliz? Mas, vem janeiro, fevereiro, março..., como fica?
É preciso um trabalho social sério com recursos dos órgãos públicos, juntamente com uma orientação espiritual correta. De nada adianta doar sem um acompanhamento e fiscalização do investimento. É importante entender o porquê de se estar na condição de pobreza.
As pessoas não devem financiar a pobreza com doações e sim criar meios para se sair dela, pelo esforço do trabalho, dignidade..., preocupar-se em ser útil para alguém ou para a sociedade em geral.
A caridade não é o que muitos entendem e não tem significado nenhum quando está condicionada a um “alívio” de consciência.
E ainda nos dias de hoje vejamos: enganam-se quem pensa que a data e a troca de presentes no dia do Natal estejam relacionadas com o nascimento de Jesus Cristo. A origem do Natal está ligada as festas do império romano. Em 22 ou 23 de dezembro, já bem antes da era cristã, era celebrado o festival “Natalis Solis Invicti”, algo como “Nascimento do Sol Invencível”. Ainda em Roma, durante estas festas era comum a troca de presentes. No ano novo inclusive era costume presentear os pobres e as crianças e decorar as casas.
Dessa forma a comemoração do dia 25 de dezembro (celebrada em honra ao deus-Sol), passava a ser a festa do nascimento (Natal) de Jesus Cristo: o verdadeiro Sol da Justiça. Acredita-se que foi o Imperador Constantino I, o Grande (274-337; reinou de 306 a 337), já no final do seu reinado (ano 336), foi quem determinou que o nascimento de Jesus deveria ser celebrado no dia 25 de dezembro em todo o Império Romano.
O que se comemorava antes do calendário gregoriano dessa data era o aniversário de um deus pagão, um guerreiro persa chamado Mitra, muito conhecido dos romanos e também essa data era um dia de festa dos romanos porque era o dia de Apolo. O dia já era estabelecido como festividade e o aproveitaram.
Antes do século IV não se comemorava o Natal, pois não se sabia (como ainda não se sabe) a data precisa do nascimento de Jesus Cristo. Depois, convencionaram-se datas para isso, como 6 de janeiro, 25 de março ou 20 de maio.
Além disso, famoso por sua generosidade o bispo San Nicola, que viveu no século IV na cidade de Maira, atual sudeste asiático, foi escolhido como patrono da data, a ele foi adicionada a lenda escandinava do feiticeiro que punia as crianças levadas e dava presentes aos bem comportados. Nisso tudo resultou a figura de Papai Noel.
Conclui-se então que o Natal é só uma festa que instituída, é aproveitada comercialmente.
Mas uma coisa se sabe e cabe mencionar, estamos vivendo em uma Nova Era, e é dever de quem conhece divulgar as verdades, para dar chance às pessoas de evoluirem sem condicionamentos.
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