quarta-feira, março 16, 2011
O Medo no Mundo
Quando iniciei esta jornada com este Blog em fevereiro de 2010, postei uma matéria com o nome O Juízo Final, que se fosse colocada hoje não seria interpretada de forma diferente.
Dizia a matéria: “Ser advertida? A humanidade ainda precisa mesmo ser especialmente advertida? Toda a atual vida terrena, com todas as calamidades, guerras, doenças e demais tragédias humanas não serão advertências suficientes? Todo aquele que queira ver e ouvir, deve apenas observar o ambiente em que vive e em seguida tirar daí as suas conclusões!
Advertências e avisos deseja o ser humano? Em qualquer lugar para onde ele se dirige, verá os sinais da época. Mesmo aqueles que rejeitam categoricamente quaisquer reflexões sobre um Juízo, afastando cada indicação referente a isso com as palavras de que tudo o que acontece hoje, também já aconteceu antigamente”.
Aqui faço algumas conclusões derivadas do meu estudo litáurico, onde procuro ver na vida o que já aprendi, e digo que os recentes acontecimentos ocorridos no Japão podem expressar os fatos de acontecimentos do passado, como por exemplo, a triste ameaça da radioatividade colocando em risco a vida dos que vivem lá, como já aconteceu no passado com as bombas de Hiroshima e Nagasaki. Devemos refletir sempre sobre os acontecimentos que envolvem esta humanidade e analisar melhor as “fatalidades”, pois é fato a existência do carma que não é levado a sério por pessoas, povos inteiros, e a vida acaba mostrando as verdades que envolvem as consequências cármicas.
“Cada um será advertido de acordo com a sua espécie e seu carma! Quer seja por meio de dores físicas ou psíquicas, por preocupação, necessidade ou desespero. A mão do destino imprime em cada um a sua marca. Para cada um chegará o momento em que se tornará cônscio de seu próprio desamparo e de sua inferioridade humana. Esses são os momentos de graça que podem conduzir ao auto-conhecimento e à procura da Verdade”.
“Existe um sinal infalível de advertência, ou melhor dizendo, de alarme, que cada um deve, mais cedo ou mais tarde sentir, queira ou não. Este é o medo. Esse medo não pode nem ser afastado com um sorriso, nem ser desmentido, pois ele é um sinal da época, um sinal do Juízo!
A psicose do medo pesa hoje, com raras exceções, sobre toda a humanidade. Ela apodera-se de crentes e descrentes, de pobres e ricos, de materialistas e idealistas, de céticos e sacerdotes”.
“De onde vem agora esse medo que deixa estremecer os corações humanos, e que como um fantasma de mil cabeças gira em volta do globo terrestre?
O medo provém dos próprios espíritos humanos. Ele é a voz acusadora da consciência, na qual se expressa a grande culpa contra Deus. E ele é também um som das trombetas do Juízo, que procura acordar os seres humanos, anunciando-lhes a sentença do verdadeiro Deus!”
Dizia a matéria: “Ser advertida? A humanidade ainda precisa mesmo ser especialmente advertida? Toda a atual vida terrena, com todas as calamidades, guerras, doenças e demais tragédias humanas não serão advertências suficientes? Todo aquele que queira ver e ouvir, deve apenas observar o ambiente em que vive e em seguida tirar daí as suas conclusões!
Advertências e avisos deseja o ser humano? Em qualquer lugar para onde ele se dirige, verá os sinais da época. Mesmo aqueles que rejeitam categoricamente quaisquer reflexões sobre um Juízo, afastando cada indicação referente a isso com as palavras de que tudo o que acontece hoje, também já aconteceu antigamente”.
Aqui faço algumas conclusões derivadas do meu estudo litáurico, onde procuro ver na vida o que já aprendi, e digo que os recentes acontecimentos ocorridos no Japão podem expressar os fatos de acontecimentos do passado, como por exemplo, a triste ameaça da radioatividade colocando em risco a vida dos que vivem lá, como já aconteceu no passado com as bombas de Hiroshima e Nagasaki. Devemos refletir sempre sobre os acontecimentos que envolvem esta humanidade e analisar melhor as “fatalidades”, pois é fato a existência do carma que não é levado a sério por pessoas, povos inteiros, e a vida acaba mostrando as verdades que envolvem as consequências cármicas.
“Cada um será advertido de acordo com a sua espécie e seu carma! Quer seja por meio de dores físicas ou psíquicas, por preocupação, necessidade ou desespero. A mão do destino imprime em cada um a sua marca. Para cada um chegará o momento em que se tornará cônscio de seu próprio desamparo e de sua inferioridade humana. Esses são os momentos de graça que podem conduzir ao auto-conhecimento e à procura da Verdade”.
“Existe um sinal infalível de advertência, ou melhor dizendo, de alarme, que cada um deve, mais cedo ou mais tarde sentir, queira ou não. Este é o medo. Esse medo não pode nem ser afastado com um sorriso, nem ser desmentido, pois ele é um sinal da época, um sinal do Juízo!
A psicose do medo pesa hoje, com raras exceções, sobre toda a humanidade. Ela apodera-se de crentes e descrentes, de pobres e ricos, de materialistas e idealistas, de céticos e sacerdotes”.
“De onde vem agora esse medo que deixa estremecer os corações humanos, e que como um fantasma de mil cabeças gira em volta do globo terrestre?
O medo provém dos próprios espíritos humanos. Ele é a voz acusadora da consciência, na qual se expressa a grande culpa contra Deus. E ele é também um som das trombetas do Juízo, que procura acordar os seres humanos, anunciando-lhes a sentença do verdadeiro Deus!”
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